Deus riu…

E eu também!

Só que dessa vez foi de felicidade.

Quinta-feira final de tarde recebo uma mensagem do Rodrigo Raso da Milk (aka Nike) perguntando se eu não estava fim de correr a meia do Rio. A Nike estava com uma ação que levaria uma parte do pessoal do #Coisadaboa para correr a prova, o q aconteceu foi que eles tinham q participar de um mínimo de treinos e isso não rolou, galere não foi. Sobrou (literalmente) pra mim, já q não sou cool primeira opção.

Enfim, fiquei mexida com o convite afinal de contas ir pro Rio está entre as 5 coisas que mais amo fazer na vida!

No entando, estava vivendo um momento onde não queria saber de prova nenhuma, não queria saber de ver ninguém, meu barato era apenas correr sozinha, passar na Run&Fun da Sábado pra dar um beijo e olhe lá.

A única prova que fiz esse ano foi a Volta à Ilha, ao mesmo tempo q sentia esse bode sentia tb um medinho de começar a correr mal e (e pior) ter que compartilhar isso com vcs no blog… Esse momento pode chegar.

Sexta-feira de manhã assim que decidi aceitar o convite mandei um email pro Renato Dutra, meu treinador. Senti uma grande necessidade de seu feedback já que não havia me programado nem treinado pra essa prova em especial.

Ele me ligou e combinamos que eu correria na boa, brincando. E as ilusões?

Depois de uma longa viagem num ônibus cheio de jovens animados e sedentos por sua primeira meia-maratona, chegamos ao Rio.

Viajei ao lado da minha querida amiga Adrianna Braga, o que tornou tudo mais fácil. Ounn!

Cheiro de Rio, almoço na Urca esquema ótimo comida boa, muita gente conhecida que não via há tempos, Vanderlei Cordeiro de Lima (pago um pau pronto falei), Nike Game On, World…..e a temida pergunta: “E aí Paulete, pra quanto você vai fazer a Meia?”

Mais grilada que o Rafael Ilha me esquivei até o último momento. Recusei convites de largar em dupla, em trio, em pelotão…e minha resposta era categórica: “Não treinei pra essa prova, não me programei mentalmente pra ela então o que vier está ótimo. beijos.”

Na minha cabeça os 01:42 que havia feito na Golden Four foram acidentais e não se repetiriam.

E junto com tudo isso vinha o lado nostálgico de essa prova ter sido minha estréia nos 21k em 2010.

Engraçado como a gente muda, no final da prova em 2010 a primeira coisa que fiz qdo cheguei foi acender um cigarro…achava uma delícia fumar depois de correr!

Um papel tão feio e desagradável, uma rebeldia tão vazia, tão sem causa de achar bonito dizer “eu fumo e corro” que até peço desculpas às pessoas que sempre acreditaram em mim mesmo eu fazendo esse papelão.

Com o kit da prova na mão, a playlist montada e o Garmin carregado só me faltava decidir o último de detalhe: Qual seria o tênis eleito?

Andei cogitando e falando por aí que correria de Free +3 mas confesso que no último momento fiquei com medinho.

Como não sou mulher de dar pra trás nas coisas que falo acabei optando por ele mesmo.

E a sorte seria lançada…..

12 respostas em “Deus riu…

  1. Paula, como você voa! É impressionante! Born to run.
    Muito legal o relato da primeira meia também… Esta foi a minha primeira. Parece ser mesmo um divisor de águas! Fiquei muito feliz, mesmo com meu pace superpangaré.
    (Ah, te vi no almoço da Nike, mas fiquei megatímida (sou jacu) de me intrometer para te cumprimentar.)

  2. Eu toda toda, Paula vamos alinhar, 5 pra 1 … Tadinha de mim! Cat passou voandooooo! Linda e fina e de free! Não eh pra quem quer, é pra quem pode! Sempre bom te ver! Beijoooo

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