Nike Free 5.0 + sensações

No Sábado dia 28/04, à convite da Milk, estive no evento da Nike no Ibira para conhecer o novo Nike Free. Cheguei atrasada, bem cansada e desejando muito uma cama, pois algumas horas antes fiz um longão casca grossa na Aldeia da Serra com a galera do Núcleo Aventura.

Entrei numa van escura com sons da natureza e me pediram para tirar e guardar o tênis numa sacola,  aproveitando a deixa dei uma dormidinha de 10 minutos, e ao chegar no local e sair da van  fui vendada e uma guia me deu a mão. PRESEPADA DETECTED.

Meus pés pisaram em diferentes texturas, não lembro de todas mas acho que tinha terra, espuma, água…Mas mais estranho do que pisar descalça em tanta coisa diferente ao mesmo tempo, é não enxergar. O corpo não vai, não sai do lugar!

Finalmente voltei a enxergar e estava num lugar com toda a galera cool da corrida e seus respectivos guias…FAZENDO MASSAGENS NOS PÉS!

Juro, quase chorei de emoção, acho que naquele momento não desejaria outra coisa senão aquilo! Estava exausta do treino, as unhas doendo e os olhos fechando de sono!

Enquanto os pés eram cuidados, conhecemos as evoluções do Free, a diferença dos drops (que vão dos mais altos para os mais flats)) e demos para uma corridinha no parque com Vanderlei Cordeiro de Lima e Fabiana Murer, claro que cada um com seu FREE, gentilmente presenteado pela Nike.

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Na corridinha no parque não deu pra senti-lo, mas fiz mais dois treinos com ele: um sem meia e um com meia.

Apesar de ter gostado muito do Free 5.0 e de ele continuar na lista de preferidos, esta versão não aconselho a usar sem meia, ele tem uma costura no lado interno na curva do pé e ela me deu umas bolhas.

O treino com meia foi ótimo, era um fartlek e a maior diferença entre o 4 e o 5 é o ajuste. Achei esta versão melhor ajustada ao pé e mais levinha.

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Tenho aquela mesma ressalva de sempre: para quem não usa o Free ou para quem está começando a correr agora, aprecie com moderação. Esse Tênis requer uma adaptação e se vc pular essa etapa pode se machucar.

Não uso o Free em treinos longos, prefiro ele em treinos curtos ou provas (até 21km).

Sem Título-6

No caso do FREE, quanto menor o número além de mais perto do chão, mais flexível é o tênis, como vcs podem reparar no modelo VERDE.

O preço?

R$350,00

Pra ser bem sincera, além de correr gosto de paquitar e fingir que sou style com o FREE, é impossível passar batido com ele, todo mundo olha e paga um pau!

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10 respostas em “Nike Free 5.0 + sensações

  1. Adoro o Free Run! Uso ele pra fazer treinos de até 10k. Acho ele lindo. E quase não existe nesse mundo tênis de corrida bonitinho, né?
    Mas ele me conquistou mesmo, quando o levei para uma viagem ao Canadá… A ideia inicial era correr com ele mas no final acabei usando pra andar e passear mesmo. Fiz vários look legais, chamava a maior atenção [!] e salvou a minha vida já que eu andava o dia inteiro.

  2. Muito Legal paula!!

    O vanderlei daqui de nossa cidade – Maring!! Eu tenho o 3, mas em treino acima de 18 em testes ele me da bolhas, uso mais pra tiros, fartlek e treinos de saltos, jumps, agachamentos 🙂

    Fiquei feliz em ver ele ai e no seu post! Atenciosamente,

    Andra Tribulato Diretora Comercial 44 3010.0007 Celular: 44 9972.1055/ 77 9986.1581 email/ MSN: andrea@alleretour.com.br SKYPE: andrea.alleretour

    http://WWW.ALLERETOUR.COM.BR

  3. Gostei muito de seu post, muito bacana, como de hábito…
    Creio que o Nike Free é o tênis ideal para quem quer começar a utilizar os minimalistas. A Versão 3.0 é a que possui o menor drop e a que mais se aproxima do minimalismo (que tem por característica o 0 mm de drop).
    No livro Nascido para Correr tem o relato da idealização e confecção do Free…. vale a pena ler!

    Forte Abraço

  4. Oi Paula,

    Uso esse espaço de um post já relativamente antigo, mas não sei se é o local adequado.
    Conversamos há pouco na praia sobre esse lançamento da Nike. Tomo a dianteira nas críticas ao produto. Use o texto se quiser – ou parte dele – em local mais adequado. Ou deixe ele aqui mesmo, quietinho.

    Vou escrever sobre o nosso novo amigo que me dá choques! Aliás, os “choquinhos” são uma boa definição. Soam mais simpáticos do que falar em “fascite plantar instantânea”. Toda essa introdução é pra dizer que o novo Nike Flyknit Racer é um grande equívoco!

    Recebi o tênis como premiação de uma prova da Nike. O tênis é tão bonito e aparentemente tão performático que eu poderia ter comprado (desde que não andasse com ele na loja). Fiquei feliz ao recebê-lo. Vi que era algo que a Nike deveria ter desenvolvido com esmero e me apressei em calçá-lo. Os primeiros dez passos em casa já trouxeram alguma estranheza. Tinha alguma coisa que não pareceia fazer muito sentido. Algum desequilíbrio, talvez. Ou uma inovação tão à frente de seu tempo que não se adapta à imensa maioria dos corredores atuais.

    No dia seguinte, acordei cedo e fui com meu novo tênis fazer um treino leve. Chovia e optei por treinar na esteira. Em menos do que outros dez passos percebi que havia algo errado. A pisada era estranha mesmo. Talvez a palmilha me tirasse da posição natural. Ainda não descobri o que é, mas naqueles primeiros inocentes 6km meu pé direito chiou. E olha que os problemas crônicos estão no esquerdo.

    Nesse dia pensei num modelo recente do Blackberry (não é uma marca desconhecida de tênis (!!) e sim o smartphone da canadense RIM, clássico entre os executivos até bem pouco tempo. Eles lançaram um modelo tão ruim, o Torch, há cerca de 2 anos, que todos os usuários da minha empresa se perguntavam como algo tão equivocado e ruim poderia ter saído das pranchetas para as gôndolas. O resultado foi uma retorno em massa para o modelo anterior, mais atrasado tecnologicamente, mas mais confiável. E quando esse pensamento vem à mente no momento em que experimentamos um tênis tão bonito e com tantas qualidades (sim porque, além da beleza, o caimento do Flyknit Racer é muito bom. O Torch da Blackberry também era mais bonito que o antecessor) percebemos que o fabricante esqueceu o básico do básico. Esqueceu daquilo pelo qual seus tênis são comprados: conforto, segurança e confiança.

    A Nike continua sendo uma fantástica marca de material esportivo, com produtos excelentes e um histórico inabalável. Ainda é a minha marca número 1. Mas precisa ficar atenta em seus lançamentos, para abortar os ruins antes de chegarem ao mercado ou para direcionar seus produtos de nicho para o público específico. Nesse caso deveria direcionar para os poucos corredores que tenham uma pisada tão estranha que não sintam os incômodos nos pés ao usar o Flyknit Racer.

    Sergio

  5. Pingback: Nike Vomero +8 | Go Hard or Go Home

  6. Olá, boa tarde!

    Não sei se é o local ideia para isso, mas se possível gostaria de uma ajuda, um auxílio…

    Eu corria a uns 2 anos atrás, tive um tempo de recesso e estou voltando agora. Poderia entrar em mais detalhes, mas vou tentar ser meio direto, se necessário conversamos com mais calma em outro momento.
    Encontrei no site corridaurbana, além de outros, uma breve análise sobre o tênis “Nike Free 5.0”, não necessariamente por essa análisa, mas comprei o tênis na última semana.

    Li em alguns lugares (inclusive no site oficial da Nike) que é recomendado um uso com cautela, pois o mesmo força músculos nos pés que outros tênis “mais confortáveis” não forçam.
    Em minha primeira corrida com o mesmo, próximo aos 5km eu já quase não aguentava mais de dor no pé direito, dores em cima, e na lateral do pé que eu nunca tive. Aceitei o fato de não ser acostumado com esses modelos de tênis (atualmente estava correndo com um Olympikus Giga 1.0, o mesmo da seleção de vôlei). No dia seguinte eu corri com outro tênis e não tive dor alguma nos pés, então na próxima corrida resolvi usar o Nike Free 5.0 novamente, já nos primeiros 50m a dor no pé era imensa, e voltei para casa, troquei o tênis e corri normalmente, sem problemas com essas dores.

    A minha principal questão é, como usar esse tênis? Como poderei me acostumar com ele, se logo nos primeiros passos a dor já começa a se tornar insuportável?

    Tirando essas dores em cima e na lateral do pé, o tênis é maravilhoso, leve, versátil, consigo dar uma boa passada, e bom ritmo com o mesmo, além de não sentir desconfortos em outras partes do corpo que normalmente sinto usando o Olympikus Giga 1.0 (tênis extremamente pesado).

    Obrigado.
    And, keep running.

  7. Pingback: Sneakerhead: Nike Free Fly Knit | Go Hard or Go Home

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